quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Caruaru e Petrolina terão mais água e Paulista receberá saneamento


Mais de 500 mil pernambucanos de Caruaru, Petrolina e Paulista vão sentir de perto os efeitos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal e do fim da briga judicial entre o Governo do Estado e a Caixa Econômica Federal (CEF) por parte das ações da Compesa. O governador Eduardo Campos e o superintendente da CEF em Pernambuco, Alex Norat, assinaram na quarta-feira (17) três contratos de financiamento no valor total de R$ 37, 6 milhões para obras de melhorias no abastecimento d’água e construção de esgotamento sanitário nas três cidades do Estado.

Os recursos aplicados serão divididos entre o banco federal e o Governo do Estado e, até fevereiro de 2008, as três obras estarão licitadas e iniciadas. Esses são os primeiros contratos do PAC do Saneamento a serem liberados para obras em água e esgotamento em Pernambuco. De um total de R$ 715 milhões previstos, cerca de R$ 640 milhões em projetos já estão em fase de produção ou em processo licitatório.

“O que começa a acontecer é uma revolução. Serão mais de R$ 700 milhões em investimentos essenciais para garantir o crescimento de forma mais equilibrada. Ainda temos mais 39 contratos para Pernambuco, que vão se somar a esse valor”, destacou Norat.

“Esse conjunto de ações vai melhorar a qualidade de vida dos pernambucanos. Não só levando água, mas também saneamento. Ou seja, Isso significa uma mudança de patamar, com o povo ganhando mais saúde e dignidade. O meio ambiente também sai ganhando, porque terá um tratamento mais adequado”, explicou o governador.

As ações em Caruaru e Petrolina irão diminuir em torno de 10% o percentual de perda no abastecimento de água das duas maiores cidades do interior pernambucano. Canos antigos e inadequados serão substituídos, hidrômetros serão instalados, entre outros serviços. Na Capital do Agreste, o total de investimentos é de R$ 15 milhões, sendo R$ 3 milhões deles em contrapartida do Estado.

Já em Petrolina, onde Governo e prefeitura brigavam pelo controle da água na cidade até a atual gestão estadual resolver o impasse, serão aplicados outros R$ 10 milhões, dos quais 20% desses recursos sairão dos cofres estaduais। “A água é um bem que será cada vez mais escasso no futuro. É importante esse esforço de combate ao desperdício”, afirmou Eduardo Campos.


Foto: Google Imagens
Legenda: Recursos irão ampliar a rede de abastecimento e tratamento de cidades como Petrolina

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