Lívia Lessa, da assessoria de imprensa
Mãe pela primeira vez, Maria Araújo, 20 anos, viu Luis Felipe nascer quando estava com apenas sete meses de gestação. Hoje eles fazem parte do Projeto Canguru, porque, como Luis Felipe nasceu antes da hora, precisa ganhar peso, aprender a mamar e se desenvolver mais um pouco antes de ir para casa. E o contato direto, pele a pele, com a mãe nesse momento é imprescindível para sua recuperação. A mãe de Luiz Felipe é uma das integrantes do Projeto Canguru desenvovido na maternidade do Hospital Dom Malan (HDM) há quase dez anos e é referência no Estado.
“O atendimento é ótimo, está ajudando bastante meu filho a desenvolver. Além de sair daqui com peso suficiente, a gente tem acompanhamento. É melhor pra ele”, avalia Maria Araújo. O Projeto Canguru é um programa de atenção humanizada ao recém-nascido prematuro, que objetiva a melhoria da qualidade de vida das crianças que nascem com baixo peso (neste caso, com menos de um quilo e meio), o fortalecimento do vínculo afetivo entre mãe e filho, a redução do tempo de hospitalização e a diminuição do risco de infecção hospitalar. O projeto existe no HDM desde 1998. Nesse tempo já foram assistidas mais de 1200 bebês.
Segundo a Coordenadora do Canguru em Petrolina, a médica pediatra Flávia Guimarães, o principal objetivo do projeto é fortalecer o vínculo afetivo entre mãe e filho, o que, consequentemente, favorece o rápido desenvolvimento do bebê prematuro através do contato físico, além de estimular a amamentação. “Estamos proporcionando um atendimento humanizado e qualificado ao recem-nascido de risco, que é o bebê prematuro”, afirmou. Dra. Flávia
A Mãe Canguru é recebida por uma equipe multidisciplinar: enfermeiros, técnicos de enfermagem, pediatra e uma fonoaudóloga. “A equipe orienta a mãe a cuidar e alimentar o bebê, fortalecendo o vínculo, para que ele não fique com nenhuma seqüela física ou neurológica, e possa ganhar peso o mais rápido possível”, explica a coordenadora.
Elaine Braga também vive a experiência de ser “Mãe Canguru” e carrega com orgulho o primeiro filho no colo, Gustavo. “Ele está crescendo rápido. As meninas tratam a gente muito bem, parecendo coisa particular, porque, por ser hospital público, elas cuidam bastante da gente e dele também. Ele (Gustavo) teve difuculdade de mamar, mas agora já está pegando”, comemora.
A permanência do bebê depende de sua evolução, que recebe alta quando atinge mais de 1,6 quilos e já consegue mamar bem. Depois que a criança vai para casa, ela ainda recebe acompanhamento durante 1 ano. Segundo Flávia Guimarães, que ajudou a fundar o Projeto Canguru em Petrolina, este é um trabalho muito nobre.
“Eu tenho um amor muito grande por esse projeto, porque é muito gratificante, dá muito prazer e tem dado resultados bastante positivos. Aqui é o único lugar da região que dá assistência ao bebê prematuro. É um trabalho que lhe engradece, independente da parte fincaneira, é um trabalho que enaltece”, orgulha-se.
“O atendimento é ótimo, está ajudando bastante meu filho a desenvolver. Além de sair daqui com peso suficiente, a gente tem acompanhamento. É melhor pra ele”, avalia Maria Araújo. O Projeto Canguru é um programa de atenção humanizada ao recém-nascido prematuro, que objetiva a melhoria da qualidade de vida das crianças que nascem com baixo peso (neste caso, com menos de um quilo e meio), o fortalecimento do vínculo afetivo entre mãe e filho, a redução do tempo de hospitalização e a diminuição do risco de infecção hospitalar. O projeto existe no HDM desde 1998. Nesse tempo já foram assistidas mais de 1200 bebês.
Segundo a Coordenadora do Canguru em Petrolina, a médica pediatra Flávia Guimarães, o principal objetivo do projeto é fortalecer o vínculo afetivo entre mãe e filho, o que, consequentemente, favorece o rápido desenvolvimento do bebê prematuro através do contato físico, além de estimular a amamentação. “Estamos proporcionando um atendimento humanizado e qualificado ao recem-nascido de risco, que é o bebê prematuro”, afirmou. Dra. Flávia
A Mãe Canguru é recebida por uma equipe multidisciplinar: enfermeiros, técnicos de enfermagem, pediatra e uma fonoaudóloga. “A equipe orienta a mãe a cuidar e alimentar o bebê, fortalecendo o vínculo, para que ele não fique com nenhuma seqüela física ou neurológica, e possa ganhar peso o mais rápido possível”, explica a coordenadora.
Elaine Braga também vive a experiência de ser “Mãe Canguru” e carrega com orgulho o primeiro filho no colo, Gustavo. “Ele está crescendo rápido. As meninas tratam a gente muito bem, parecendo coisa particular, porque, por ser hospital público, elas cuidam bastante da gente e dele também. Ele (Gustavo) teve difuculdade de mamar, mas agora já está pegando”, comemora.
A permanência do bebê depende de sua evolução, que recebe alta quando atinge mais de 1,6 quilos e já consegue mamar bem. Depois que a criança vai para casa, ela ainda recebe acompanhamento durante 1 ano. Segundo Flávia Guimarães, que ajudou a fundar o Projeto Canguru em Petrolina, este é um trabalho muito nobre.
“Eu tenho um amor muito grande por esse projeto, porque é muito gratificante, dá muito prazer e tem dado resultados bastante positivos. Aqui é o único lugar da região que dá assistência ao bebê prematuro. É um trabalho que lhe engradece, independente da parte fincaneira, é um trabalho que enaltece”, orgulha-se.
Legenda: Maria e Luiz estão sendo acompanhados pelo Mãe Canguru
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